sexta-feira, 7 de setembro de 2018

SOMOS INDEPENDENTES?


SOMOS INDEPENDENTES?


7 de setembro, 2018, independencia do brasil, pensar fora da caixa, comunicação, bandeira do brasil



Aproveitando a data comemorativa de 7 de setembro, gostaria de trazer uma reflexão sobre a independência nas nossas vidas.

Infelizmente não temos muita noção do quanto somos manipulados e conduzidos pelos sistemas de poder ao nosso redor. Recebemos mensagens diretas e indiretas, desde a política mundial até os sistemas familiares mais próximos, sobre o que é certo ou errado, o que devemos ou não devemos fazer.
É uma ilusão acharmos que somos independentes.

Não fomos educados para pensar. Não há interesse em que a população tenha autonomia e comece a questionar as definições arranjadas pelos sistemas de poder, que só a uma minoria beneficia.

Portanto, fica muito claro o real motivo da falta de investimento na Educação. Quanto mais sucateado for o aprendizado, menos as crianças aprendem a pensar com análise crítica e autonomia, tornando-se adultos facilmente domináveis.

Num âmbito mais familiar, também não somos educados para expressar nossas emoções, sentimentos e demandas com clareza. Nem sempre somos ouvidos.
A divergência de pensamentos e posicionamentos geralmente produz conflitos e confusões nas relações mais íntimas. Aprendemos que a diferença resulta em rejeição, crítica e punição, e o melhor mesmo é nos calar e não expressar nossas angústias, dores e contraposições, para não correr o risco de perder o amor dos nossos entes queridos.

A comunicação é um problema recorrente nas relações familiares, de casal, empresariais e entre amigos.

Também não somos independentes para sentir e falar.

Inseridos nesses sistemas, construir uma independência e autonomia se torna um grande desafio:

* precisamos aprender a ser questionadores – não aceitar as falsas verdades impostas pelos sistemas de poder mais amplos, sem fazer uma análise crítica e reflexiva.

*precisamos aprender a buscar conhecimentos com firme decisão – ter uma postura de pesquisadores, de investigadores.

* precisamos parar de nos anestesiar com álcool, drogas e demais compulsões para aliviar nossas angústias existenciais, nos esforçando para ter uma postura ativa na busca de uma vida mais digna para nós.

*precisamos eliminar a “preguiça” existencial que nos deixa paralisados numa vida ruim, de forma passiva e vitimizada que coloca a culpa nos outros e nesses sistemas corruptos mais amplos.

Essa construção é muito trabalhosa e requer muito esforço da nossa parte. Não é para os preguiçosos e acomodados e sim para os corajosos e determinados.
Em qual categoria você se encaixa?


 Adriana Freitas

Psicoterapeuta Sistêmica
e Terapeuta de Casais
em Belo Horizonte
fb.me/adrianafreitas.blog.youtube 
Instagram: @adrianafreitas.blog.youtube




Referência da Figura
1. Imagem retirada do google imagens


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